Monday, June 06, 2011

ABACATE PREVINE CÂNCER DE BOCA
Os nutrientes contidos no avocado, tipo de abacate originário da Califórnia, possuem propriedades preventivas no desenvolvimento de células pré-cancerígenas. É o que revela estudo desenvolvido pela Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, cujo objetivo é associar o consumo de frutas e vegetais na redução do risco de vários tipos de câncer. 
Pesquisadores descobriram que o extrato do avocado Hass mata ou paralisa o crescimento de células bucais pré-cancerígenas. A variedade  Hass é encontrada, no Brasil,  de maio até final de outubro. Possui casca rugosa, formato arredondado e quando maduro, fica macio e com a casca escura.
O efeito preventivo desse tipo de abacate é atribuído ao alto nível de fitonutrientes e fitoquímicos, componentes que conferem propriedades protetoras à saúde, comumente encontrado em frutas e vegetais de cores mais escuras.

“Farmácia” in natura
O avocado é  fonte  rica em antioxidantes e fitonutrientes, incluindo vitamina C, folato, vitamina E, fibras e gorduras insaturadas. São isentos de sódio, não possuem gorduras trans e possuem um baixo índice de gorduras saturadas, o que o transforma num item importante, de baixa caloria para uma dieta saudável.
Acredita-se que esse seja o primeiro estudo que relaciona as propriedades do abacate com o câncer bucal no Centro de Câncer em Ohio.
Os componentes fitoquímicos do avocado não só paralizam o processo de crescimento das células pré- cancerígenas, como também matam esse tipo de células, sem destruir as células normais. Esse estudo tem como foco o câncer bucal, entretanto, a descoberta pode auxiliar outros tipos de cânceres.
O futuro é promissor. Estão sendo identificadas frutas, vegetais e fitonutrientes com atividades de prevenção ao câncer. Assim que são identificadas os mecanismos moleculares pelos quais os fitonutrientes agem na prevenção ao câncer, estarão, cada vez mais, aptos a desenvolver coquetéis naturais para combater certos tipos de câncer.

Thursday, June 02, 2011

SUA COMIDA É REALMENTE SAUDÁVEL

Muitas pessoas quando falam de comida saudável pensam que para ser saudável basta ter poucas calorias, o que não é verdade.

O alimento além de sabor e saciedade tem o importante papel de fornecer os nutrientes que nosso corpo precisa para se manter vivo e funcionando.

Nosso corpo é formado por 100 trilhões de células. Destas, 50 milhões são renovadas a cada dia. Para que ocorra esta renovação é necessário ingerir aproximadamente 44 nutrientes para cada célula.

Assim saudável será o alimento que forneça o maior número desses nutrientes, não importando apenas seu valor calórico.

Para escolha de alimentos realmente saudáveis, a leitura dos rótulos e seu entendimento são fundamentais. Não olhar apenas a tabela de valor nutricional, mas a lista de ingredientes.

O ingrediente listado em primeiro é o que está em maior quantidade na formulação do produto, então procure evitar aqueles que têm como maior ingrediente o açúcar ou a farinha de trigo especial, pois são alimentos refinados, sem nutrientes e de alto índice glicêmico. Seu consumo está relacionado à maior risco de acumulo de gordura na região abdominal e também de diabetes.

Evite também os alimentos com grandes quantidades de gorduras saturadas ou gorduras trans. O consumo dessas gorduras aumenta o risco de doenças cardiovasculares. Vale destacar que a gordura não é vilã na alimentação desde que seja gordura insaturada, de origem vegetal, como o azeite de oliva, óleo de linhaça, de semente de abóbora ou de canola.

O excesso de sódio também é prejudicial à saúde e predispõe a hipertensão arterial. Assim a dica é dar preferência a produtos com baixo %VD para gorduras saturadas, gorduras trans e sódio e produtos com alto %VD de fibras.

Muitos dos alimentos que consideramos saudáveis além de não ter nutrientes em suas listas de ingredientes vemos vários aditivos químicos de cor, sabor e para preservar os produtos. O consumo exagerado desses aditivos em crianças pode estar relacionado à hiperatividade, déficit de atenção e alterações de humor e do comportamento. Em adultos leva a intoxicação que está relacionada à inflamação, enxaqueca, dificuldade de concentração e de perder peso.

Desta forma de nada vale o alimento não ter açúcar, ser menos calórico se em sua formulação for usada grande quantidade de adoçantes artificiais, corantes e saborizantes.

Prefira alimentos naturais de verdade! Na hora de tomar um suco sempre prefira o suco da própria fruta, sem conservantes, aditivos e açúcar e ricos em vitaminas e antioxidantes.

Incluir os alimentos orgânicos no cardápio garantem que o alimento é isento de contaminação por agrotóxicos, pesticidas e fertilizantes químicos.

Na hora de escolher o lanche opte por frutas secas, sem adição de açúcar ou sabores artificiais.

Se a escolha for por uma barra de cereal opte pela que tem menos açúcar e gordura e maior teor de fibras.

Quando for comer a salada tempere com azeite e ervas, evite os molhos industrializados cheios de gordura e glutamato monossodico.

Com essas dicas escolha realmente alimentos saudáveis e que proporcionam qualidade de vida!
OS IMPACTOS DA ALIMENTAÇÃO PARA O MEIO AMBIENTE
Quando falamos em sustentabilidade, pensamos em ações como não poluir, preservar áreas naturais, reciclar lixo, economizar água, dar preferência às fontes alternativas de energia etc. Mas raramente nos lembramos de relacionar uma de nossas atividades mais básicas com impactos negativos no meio ambiente: o ato de se alimentar. Nos primórdios da humanidade, a alimentação era baseada em frutas, raízes, carnes de animais caçados e outras fontes que não modificavam significativamente a natureza (pelo contrário, tudo fazia parte de um ciclo natural). Com o advento da agricultura e da domesticação de animais, há cerca de 12 mil anos, deu-se início à produção de alimentos.

A passagem do estado nômade para a fixação na terra marcou o início do que chamamos “desenvolvimento da humanidade”. Com o passar dos séculos, o homem foi criando novas formas de manejo do solo e as populações concentradas nas cidades cresceram em ritmo progressivo, aumentando a demanda por alimentos. Até que a chegada da Era Industrial, no final do século XVIII, intensificou a aglomeração de pessoas no ambiente urbano, colocando fim, definitivamente, na ligação direta que o ser humano tinha com a natureza para a obtenção de alimentos. O resultado disso tudo é uma agricultura transformada em indústria que passou a utilizar métodos artificiais, como fertilizantes e pesticidas químicos, irrigação, manipulação genética e uso de hormônios em animais, visando sempre o aumento da produção (e o lucro). Sem contar a dependência por combustíveis fósseis, inclusive no transporte, por longas distâncias, dos alimentos. É a cadeia alimentar industrial.

Se por um lado todo esse advento é considerado positivo, sendo denominado como desenvolvimento ou modernidade, por outro é fato que o modelo de alimentação industrializado é um forte candidato a causar sérios danos à conservação do meio ambiente e também à saúde do homem. E por incrível que pareça, a maior parte das pessoas atualmente não se dá conta disso. A origem dos alimentos que consome simplesmente não faz parte da sua lista de prioridades e a alimentação, o ato mais corriqueiro e básico do dia-a-dia, não é visto sob a perspectiva ambiental ou da sustentabilidade.

“Comer é um ato agrícola, disse, numa frase famosa, Wendell Berry (fazendeiro e economista americano). É também um ato ecológico, além de um ato político. Ainda que muito tenha sido feito para obscurecer esse fato bastante simples, o que e como comemos determinam, em grande parte, o que fazemos do nosso mundo – e o que vai acontecer com ele. (...) Muita gente hoje parece totalmente satisfeita comendo na extremidade da cadeia alimentar industrial sem parar para pensar no assunto”, escreve o jornalista norte-americano Michael Pollan, no seu livro “Dilema do Onívoro”. O jornalista passou cinco anos investigando os bastidores da cadeia industrial alimentícia nos Estados Unidos, reconstituindo o trajeto dos pratos mais consumidos e analisando o caminho percorrido pelo alimento da origem à mesa.

Insumos químicos, agrotóxicos, erosão do solo ...


Como afirma o jornalista norte-americano, comer é um ato ecológico, o que faz com que todo cidadão deva, idealmente, ficar atento à origem do alimento que consome e analisar criticamente as técnicas empregadas no sistema de produção. A qualidade e pureza dos alimentos, a sustentabilidade (social e ecológica) dos métodos de produção e os problemas e desigualdades existentes na sua distribuição são algumas das questões que devemos analisar em busca de uma alimentação mais sustentável. Em tempo: é fato que se produz alimento em quantidade suficiente para atender 100% da população mundial. Dificuldades de acesso aos alimentos pela parcela mais carente da sociedade decorrem de problemas sociais e econômicos, que por sua vez causam desequilíbrios na distribuição.

Destacando algumas problemáticas da agricultura moderna para o meio ambiente, uma primeira questão a ser analisada é o uso de insumos químicos. Visando melhorar a produtividade e assegurar índices de produção, agricultores costumam utilizar adubo e fertilizantes em suas plantações. O adubo mais simples, natural e antigo é o esterco, que misturado a restos de vegetais e fermentado de forma correta resulta no composto orgânico. Mas para ser empregado em larga escala, o processo do fertilizante natural se tornou inviável, economicamente falando. Para os empresários do agrobusiness, passou a ser mais rentável o uso de agroquímicos (agrotóxicos e fertilizantes, principalmente), inclusive para viabilizar o cultivo intensivo de uma única cultura em uma área (as monoculturas, principais vilãs da qualidade do solo).

Os fertilizantes industriais contêm altas concentrações de nitrogênio, fósforo, potássio e metais pesados. O nitrogênio, por exemplo, pode se acumular no solo e ser transformado, por processos químicos, em nitrato. Além de ser um composto cancerígeno, o nitrato pode contaminar o solo e também ser conduzido aos lençóis subterrâneos, contaminando a água.

Outro problema gerado neste cenário é o desequilíbrio ecológico causado pela própria prática da monocultura regada por fertilizantes químicos. Entre os principais indicadores do desequilíbrio está o aparecimento de pragas, doenças e ervas daninhas, que por sua vez são combatidas com agrotóxicos - inseticidas, herbicidas e fungicidas. Ou seja, mais uma carga de substâncias químicas tóxicas bombardeando o meio ambiente e a saúde de quem consome os alimentos, pois estes acabam guardando resíduos dos agrotóxicos e têm alta probabilidade de ficarem contaminados.

Como mais um remediador para o desequilíbrio ecológico conduzido pelo próprio homem e visando, sempre, produtos finais comercialmente mais lucrativos, entram em cena os alimentos transgênicos. Tratam-se de organismos geneticamente modificados (OGMs) desenvolvidos em laboratório. Entre os objetivos da manipulação genética está o de criar plantas mais resistentes a pragas ou até mais resistentes a determinados agrotóxicos. Alimentos transgênicos já são comercializados em vários países – entre eles o Brasil – e ainda há muitas controvérsias em relação aos prós e contras da manipulação genética para a saúde das pessoas e os impactos no meio ambiente. Enquanto os debates e as pesquisas avançam, o importante é o consumidor se informar e exigir a rotulagem dos alimentos transgênicos, de forma a ter condições de decidir por consumir ou não um OGM.

Erosão e o impacto do bife

Uma questão importante decorrente da agricultura moderna é o fenômeno chamado de “erosão genética”. A interferência do homem nas variedades tradicionais com a manipulação de plantas e animais pode consistir em uma ameaça para a diversidade genética, a principal responsável pela capacidade de resistência, imunidade e sobrevivência das espécies.

Quando falamos em erosão é importante também lembrar do processo de degradação do solo decorrente do uso de práticas agrícolas inadequadas e da monocultura combinada com a mecanização, o corte de espécies nativas, a queima da vegetação e a pecuária intensiva. Aliás, esta última rende um capítulo à parte na discussão sobre alimentação sustentável, visto que o aumento no consumo de carne e de seus derivados sobrepôs formas naturais (e mais éticas) de criação dos animais, sem contar os problemas ambientais decorrentes da pecuária.

Numa sociedade majoritariamente onívora, o “impacto do bife” passa por questões de ordem moral – não é à toa a afirmação de que se os abatedouros tivessem paredes de vidro, muita gente se tornaria vegetariana - e também de ordem ambiental. Um relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, em inglês) em 2006 alertou para o fato de que “estoques de animais vivos” mantidos para alimentação são responsáveis por 18% da emissão de todos os gases causadores do aquecimento global, porcentagem que supera, por exemplo, as emissões causadas por todos os veículos automotores do mundo somados.

O levantamento da FAO inclui as emissões de metano provocadas pelo sistema digestivo dos animais, as emissões de CO2 geradas pelas queimadas para a formação de pastos, a energia – quase sempre à base de queima de combustíveis fósseis – usada na fabricação de insumos agrícolas, a energia gasta na produção de ração e no bombeamento de água, a energia dos procedimentos de abate e processamento das carcaças, o combustível usado no transporte de animais vivos e de produtos processados de carne, entre outras questões relacionadas à pecuária.

Seja analisando as técnicas industriais agrícolas ou o modelo intensivo da pecuária, o fato é que a humanidade atingiu um limite perigoso na história de uma relação insustentável com a natureza para obtenção de fontes de alimentos. E nesse momento é importante que cada um, como consumidor, pare para pensar mais criticamente e faça escolhas mais criteriosas e cuidadosas. Como afirma o autor de “Dilema do Onívoro” em um dos trechos do livro, “a insensatez demonstrada na busca por alimentos não é um fenômeno novo. No entanto, os novos atos de insensatez que estamos cometendo na nossa cadeia alimentar industrial hoje são de um tipo diferente. Ao substituir a energia solar pelo combustível fóssil, ao criar milhões de animais em rígidas condições de confinamento, ao alimentar esses animais com comida para a qual sua evolução não os adaptou, e ao nos alimentarmos com comidas que são muito mais insólitas do que imaginamos, estamos pondo em grave risco nossa saúde e a saúde do mundo natural.”

O que o consumidor pode fazer em prol de uma alimentação sustentável


# Informar-se sobre a importância da agricultura sustentável e seus benefícios para a produção de alimentos, inclusive em relação à saúde dos indivíduos e ambientes.

# Apoiar propostas de produção regional, especialmente a familiar e a associada, com o objetivo de fortalecer a segurança alimentar local e reduzir o desperdício de energia no transporte.

# Exigir que os produtores respeitem as leis ambientais, assim como a legislação trabalhista, e que utilizem métodos menos impactantes ao meio ambiente, adquirindo produtos elaborados com este diferencial.

# Demandar que os vendedores de alimentos estimulem a produção ecológica, inclusive solicitando a certificação dos produtores por um organismo independente, para que possa ter certeza de que os mesmos cumprem todas as exigências ambientais.

# Organizar-se em cooperativas de consumo que estimulem a produção sustentável local e regional.

Friday, December 17, 2010

NATAL SAUDÁVEL
  • Coma salada: quando você come saladas antes do prato principal, a saciedade aumenta e você não abusa dos alimentos que engordam. Dê preferências às folhas verdes e tomates, já que o famoso salpicão e a maionese são muito calóricos.
  • Se não conseguir abrir mão da salada de maionese, troque a batata pelo inhame, junte os legumes e você terá um delicioso e nutritivo acompanhamento.
  • Substitua o arroz branco pelo integral, acrescente nozes, amêndoas, uvas-passas para deixá-lo mais saboroso e com mais nutrientes.
  • Se possível, fuja do pernil, opte por carnes mais magras como chester ou peru, que além de serem tradicionais são carnes muito saborosas.
  • Para quem gosta de bacalhau na ceia, está liberado, mas prefira os legumes como acompanhamento, em vez de batatas ou molhos pesados.
  • Se puder, troque as sobremesas feitas com leite condensado ou muito açúcar refinado, por frutas como o figo, o pêssego, a uva vermelha e a cereja. Caso não resista, vale tentar as sobremesas com grãos integrais e frutas secas, como o panetone, ou doces feitos com frutas e açúcar mascavo.
  • Como opção de sobremesa também, as tradicionais frutas secas e castanhas são deliciosas e saudáveis, pois têm muitas vitaminas e minerais. Mas cuidado, se forem ingeridos em excesso, engordam.
RECEITA SAUDÁVEL
O verão está chegando e o mamão pode ser um aliado nesta temporada. Isso porque a fruta tem vitaminas A e C que são boas para o rejuvenescimento da pele, devido às suas funções antioxidantes. Sem falar, é claro, do betacaroteno que ajuda a dar uma cor bonita à pele e a proteger dos raios ultravioleta.

E os benefícios não param por aí, o mamão contém licopeno que ajuda a prevenir o câncer de próstata, regula a flora intestinal e diminui o colesterol ruim. Quer uma dica de como inseri-lo no seu cardápio? Confira a receita do creme de papaia que selecionamos.

Ingredientes:
2 mamões papaia médios e maduros
2 copos de iogurte natural desnatado
3 colheres (sopa) de creme de leite light
1 colher (sobremesa) de adoçante stevita

Preparo:
Bata a polpa dos mamões com o iogurte, o creme de leite e o adoçante no liquidificador. Em seguida, leve para gelar por 2 horas e sirva.

Rendimento:
5 porções


ENTRE EM FORMA COM SAÚDE
O verão está batendo à porta e com ele o desejo de reduzir medidas. Temos aqui algumas dicas que vão ajudar você a perder peso de forma saudável:

- Coma de três em três horas;

- Dê preferência a frutas, iogurtes desnatados ou biscoitos integrais;

- Não coma com pressa. Mastigue bem os alimentos, repousando os talheres no prato a cada garfada;

- Prepare pratos coloridos. A diversidade de alimentos ajuda no consumo de diversas vitaminas e minerais;

- Opte por alimentos como os grãos integrais, vegetais e frutas. Além de serem boas fontes de fibras, eles auxiliam o organismo a se sentir satisfeito ingerindo menos calorias;

- Fique atento com o tamanho das porções ao se alimentar em restaurantes ou lanchonetes;

- Evite frituras e dê preferência aos grelhados, assados ou feitos no vapor;

- Estabeleça metas reais e atingíveis que o motivará a continuar empenhado;

- Prepare um diário alimentar registrando: a quantidade de alimentos ingeridos, o horário, o local e o que sentiu em cada refeição;

- Beba, pelo menos, 2 litros de água por dia;

- Pratique uma atividade física que o agrade. Esse fator é importante, pois ajudará a queimar a gordura acumulada no corpo e fará o seu organismo trabalhar mais rápido durante o dia.

Thursday, October 21, 2010

VITAMINA D E A MANUTENÇÃO DA SAÚDE
O estado nutricional de vitamina D e a manutenção da saúde é um dos assuntos mais estudados e discutidos na nutrição atualmente.
A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel, ou seja, é mais bem absorvida na presença de gordura. Ela é armazenada no fígado, podendo levar meses até seus estoques diminuírem no organismo.
A deficiência de vitamina D ocorre principalmente devido a pouca exposição à luz solar e vem se tornando uma epidemia, inclusive no Brasil, porque hoje é comum passarmos a maior parte do dia em ambientes fechados e usando bloqueadores solares para prevenção de câncer de pele. Filtros solares com fator de proteção 8 reduzem a produção na pele de vitamina D em 95% e um filtro com proteção 15 reduz em mais de 99% a produção cutânea de vitamina D.

O papel clássico da vitamina D está relacionado à maior absorção de cálcio e fósforo, minerais importantes para a formação óssea, daí o raquitismo em crianças e a osteopenia e a osteoporose em adultos e idosos serem os principais sintomas de sua deficiência.


Porém estudos comprovam que a deficiência da vitamina D tem relação com risco aumentado de diabetes mellitus, câncer e doenças cardiovasculares, ou seja, baixos níveis sanguíneos de 25 (OH) D3 - (forma de vitamina D medida no sangue)- podem levar a uma maior incidência de diabetes mellitus (DM), obesidade e hipertrigliceridemia.

Estudo indica ainda que o risco de infarto agudo do miocárdio foi 57% menor em pacientes com níveis sangüíneos adequados de vitamina D quando comparados com pacientes controles.

A forma ativa de vitamina D é um potente modulador de inflamação e exerce importante papel na inflamação crônica. Pesquisadores alemães encontraram forte relação entre baixos níveis séricos de vitamina D e altos índices de dor generalizada em ossos e nos músculos. Muitas vezes erradamente diagnosticado como fibromialgia e tratado com corticóides que diminuem ainda mais as taxas de vitamina D.


Vários trabalhos também têm mostrado que a deficiência de vitamina D é fator de risco para Diabetes. A vitamina D aumenta a secreção de insulina, por isso taxas sanguíneas adequadas da vitamina estão relacionadas à menor risco de desenvolvimento da doença.


Sugere-se que quando uma célula se torna maligna, a vitamina D, pode induzir a apoptose e prevenir a angiogênese, reduzindo a sobrevida das células malignas, daí seu papel na prevenção ao câncer.


As principais fontes de vitamina D são: óleos de fígado de peixe (bacalhau, atum, cação), salmão, atum e, principalmente, a ação da luz solar sobre a pele.


Além da ingestão de alimentos fonte recomenda-se o banho de sol 2 a 3 vezes por semana por um período de 15 a 30 minutos para se evitar a deficiência da vitamina D.

Em alguns casos se faz necessário o uso de suplementos alimentares de vitamina D, principalmente quando exames de sangue dosando a 25 hidroxivitamina D3 se encontram diminuídos.

Os valores de referência para essa vitamina são de 32 a 100ng/mL, sendo que o ideal é quando se encontram acima de 50ng/mL. Taxas sanguíneas inferiores a 20ng/mL sugerem risco aumentado para síndrome metabólica.


A ingestão diária recomendada é de 200UI para crianças e adultos até 50 anos. Após os 50 anos a quantidade recomendada é de 400UI, sendo em alguns casos necessário o uso de suplementos.
DIA MUNDIAL DO VEGETARIANISMO É COMEMORADO EM OUTUBRO
Em outubro comemora-se o Dia Mundial do Vegetarianismo. Esse tipo de alimentação tem origem milenar e basicamente consiste na retirada de carnes da dieta. Segundo pesquisas sobre o assunto, os primeiros a adotar essa filosofia de vida foram budistas e indianos.

As pessoas vegetarianas, geralmente, escolhem esse tipo de alimentação por ser contra o sacrifício dos animais ou por acreditar que essa é uma opção de vida mais saudável.


Pesquisas da American Dietetic Association, ADA, apontam que as dietas vegetarianas apropriadamente planejadas são adequadas em termos nutricionais e apresentam benefícios na prevenção e tratamento de determinadas doenças.


Um regime sem carne diminui o consumo de gorduras saturadas, reduzindo assim o risco de doenças cardiovasculares, o índice de obesidade, a incidência de alcoolismo, a probabilidade de ter prisão de ventre, diabetes e outros problemas de saúde.


Alerta-se ainda que é preciso tomar certos cuidados ao excluir definitivamente as carnes do cardápio. “Ao se retirar as carnes da dieta devem ser inclusos alimentos fontes de proteína (ex: soja, quinua, amaranto, leguminosas e cereais), ferro (ex: vegetais folhosos verde escuros e feijão), zinco (ex: derivados de soja, oleaginosas e sementes) vitamina B12 (ex: laticínios e ovos ou levedo de cerveja e chlorella para quem segue a dieta tipo vegan), B6 (ex: amendoim e feijão azuki) e niacina (ex: algas marinhas, cereais integrais e leguminosas)”.


Para quem se identifica com esse hábito de vida e tem interesse em ser vegetariana, a boa notícia é que esse tipo de dieta pode ser iniciada a qualquer momento.Não existe idade para se começar uma dieta vegetariana, e até mesmo crianças e idosos podem fazer, desde que se tenha sempre a orientação de fazer as substituições alimentares corretas.


PRINCIPAIS TIPOS DE DIETAS VEGETARIANAS:

Ovolactovegetariana: há o consumo de alimentos de origem vegetal, laticínios e ovos. Esse tipo de dieta exclui todas as carnes (vermelhas, peixe e frango).


Lactovegetariana: além das carnes, também são excluídos da dieta os ovos. Há apenas o consumo de vegetais e laticínios.


Vegan: todo e qualquer alimento de origem animal é excluído da vivência geral da pessoa, inclusive coisas como mel, couro e lã.


DICAS DE RECEITAS:

Hambúrguer vegetal
Ingredientes:

- 500 gramas de proteína texturizada de soja

- 2 unidades de tomate - de preferência orgânico
- ½ cebola
- 1 dente de alho
- 2 colheres (sopa) de molho de tomate orgânico
- 1 colher (sopa) de molho inglês
- 1 gema - de ovo orgânico
- sal marinho a gosto
- folhas de alface - de preferência orgânica
- pão integral
Preparo:

Colocar a proteína texturizada de soja de molho em água morna por 30 minutos. Escorrer a água e espremer a soja com as mãos para retirar o excesso de água. Picar a cebola e o alho, juntar com a soja, o molho inglês, o molho de tomate, e a gema. Temperar com sal marinho e misturar tudo com as mãos, separar a mistura em seis partes iguais. Com as mãos, pressionar a parte de cima das bolas e achatar até formar um hambúrguer. Aquecer uma frigideira e colocar o hambúrguer. Deixar por 6 a 7 minutos de cada lado. Higienizar a alface e os tomates, cortar os tomates em rodelas finas. Montar o sanduíche com o hambúrguer, as rodelas de tomate e as folhas de alface


Sanduíche de tofu com tomate seco e rúcula
Ingredientes:

2 fatias de pão integral

2 fatias médias de tofu
¼ colher (sobremesa) cheia de mostarda
¼ colher (sopa) de molho shoyo light
¼ de colher (sopa) de azeite de oliva extravirgem orgânico
1 cokher (sopa) de tomate seco
¼ de prato de mesa de rúcula (de preferência orgânica)
Preparo:

Higienizar a rúcula e o tomate e reservar. Amassar o tofu. Acrescentar a mostarda, o molho shoyo light e o azeite de oliva extra virgem. Misturar bem. Picar a rúcula e o tomate. Espalhar a mistura do tofu sobre as fatias de pão. Colocar o tomate seco e a rúcula. Fechar o sanduíche. Servir a seguir.

Sunday, September 26, 2010

NUTRIÇÃO PARA O CÉREBRO
Fornecer os combustíveis necessários para manter o cérebro saudável, pode proporcionar boa memória, concentração e vida mais ativa na velhice


O cérebro, assim como os músculos do nosso corpo, precisa ser mantido ativo e bem nutrido. Para tanto, devemos fornecer através da alimentação os nutrientes necessários para mantê-lo saudável, caso contrário poderá ocorrer degeneração cerebral.

Os nutrientes presentes nos alimentos que consumimos possuem enorme impacto sobre substâncias químicas do cérebro, que interferem no pensamento, comportamento, habilidade de aprendizagem, reações e interações.

Fornecer os nutrientes corretos e manter o cérebro em constante atividade preservam as funções deste órgão mesmo com o avanço da idade.

Fatores que influenciam na saúde do cérebro:

Exercite seu cérebro: mantenha o cérebro sempre ativo, dicas interessantes são: ler livros de diferentes assuntos para estimular as várias partes do cérebro; fazer palavras cruzadas; aprender outras línguas.

Cafeína: alimentos alto teor de cafeína esgotam minerais importantes para função cerebral; interfere no sono; afeta o humor.

Sono: é fundamental para regenerar o corpo, especialmente o cérebro. Após períodos de sono reduzido, podem ocorrer falhas no funcionamento dos neurônios, alterando o comportamento das pessoas.

Álcool: impede a transmissão de informações entre os mensageiros químicos do cérebro, responsáveis por controlar o pensamento, o comportamento e as emoções. O álcool pode ainda ocasionar lapsos de memórias e até problemas mais sérios, como redução do tamanho do cérebro.

Distúrbios hormonais: o hipotálamo “liga” o sistema endócrino com o sistema nervoso. O hipotálamo é responsável pela regulação do sono, fome e sede, além de emocional e estresse.

Horários das refeições: alimentar-se em horários regulares ajuda a manter a glicemia (nível de açúcar no sangue) estável durante todo o dia. A glicose é o principal substrato utilizado como fonte de energia pelas células nervosas.

Conheça agora os principais alimentos que garantem a saúde do seu cérebro:

Aveia – energia para o cérebro, fonte de complexo B que auxilia na regulação da transmissão de informações entre os neurônios.
Azeite de sacha inchi, linhaça, óleo de peixe – fontes de ômega 3, que promove a neurogênese (formação de novos neurônios e protege os neurônios já existentes).
Brócolis e Espinafre – excelentes fontes de ácido fólico, responsável pela formação do sistema nervoso dos bebês. Além disso, contribui para um bom desempenho cognitivo e auxilia na comunicação entre as células nervosas.
Cacau – rico em flavonóides que protegem a parede dos vasos sangüíneos e garantem um excelente fluxo sangüíneo para o cérebro. Auxilia ainda na prevenção de derrames.
Chá verde – as catequinas, presentes neste chá, possuem ação neuroprotetora, diminuem danos neurológicos e a perda de memória associada.
Clorofila – fonte de nutrientes que auxiliam na eliminação de toxinas do organismo. Aumenta a atividade cerebral.
Cúrcuma – possui ação antioxidante, auxilia na prevenção de doenças neuro-degenerativas, como Alzheimer e Parkinson.
Lecitina de Soja – fonte de colina, contribui para a neurogênese – formação de neurônios. Possui também fosfolipídeos, sendo o fósforo um importante mineral para a memória. O consumo de alimentos que contêm colina durante a gravidez e na fase de aleitamento influi beneficamente no desenvolvimento cerebral da criança.
Oleaginosas (nozes e amêndoas) – fontes de ácidos graxos insaturados, que garantem um bom funcionamento cerebral, já que compõem a membrana das células nervosas e potencializam a transmissão de mensagens entre elas.
Suco de uva, suco de cranberry, amora e açaí – fontes de antocianina um fitoquímico de ação antioxidante que combate os radicais livres, responsáveis por causar danos às células.


Lembre-se de alimentar o seu cérebro: um cardápio variado e bem colorido é fundamental!
TODO PODER ÀS PROTEÍNAS VEGETAIS

Saúde, qualidade de vida e bem-estar dependem de diversos fatores, como alimentação, hábitos e estilo de vida. Assim, a maior parte das doenças crônicas e não transmissíveis é resultado das escolhas que fazemos, como alimentação inadequada, sedentarismo, tabagismo e consumo excessivo de bebida alcoólica.

Pesquisas demonstram que dietas com maiores quantidades de proteínas vegetais trazem mais benefícios à saúde quando comparadas com dietas à base de proteínas animais. Muitos estudos indicam que a prevalência de doenças crônicas é menor entre vegetarianos. Na maioria dos estudos que comparam indivíduos vegetarianos e não vegetarianos, observa-se que os primeiros gozam de melhor padrão de saúde.

O consumo de proteínas vegetais, associado a frutas, verduras, legumes, cereais integrais, leguminosas, oleaginosas, sementes e óleos vegetais, está relacionado à redução no risco de doenças degenerativas como câncer, doenças cardiovasculares e diabetes.

A recomendação do American Institute for Cancer Research é que a proteína da dieta seja derivada principalmente de vegetais como soja, quinua, leguminosas, oleaginosas e sementes. Estes alimentos possuem menos gordura total, saturada e colesterol e mais carboidrato e fibra que os produtos de origem animal. Alguns fornecem ainda, isoladamente ou combinados entre si, as quantidades dietéticas recomendadas de proteína para manutenção das funções vitais.

As proteínas de origem vegetal, como componentes de uma dieta variada e equilibrada, podem fornecer as quantidades necessárias para se atingir a ingestão dietética recomendada, sem que seja necessário recorrer a suplementos protéicos.


Conheça as propriedades das proteínas vegetais:

Soja: É uma excelente alternativa às proteínas animais. Proporciona uma fonte protéica completa, além de outros componentes benéficos à saúde, como isoflavonas, ômegas 3 e 6, vitaminas do complexo B, fibras e minerais. Pesquisas científicas mostram que o consumo de soja e seus derivados (tofu, hambúrguer de soja etc) reduz o risco de doenças cardiovasculares, osteoporose e câncer, além de auxiliar no tratamento de uma série de doenças crônicas.
Quinua: Reconhecida pela FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) como alimento perfeito para consumo humano. Seu teor protéico é maior que dos cereais – contém 16 aminoácidos essenciais -, constituindo-se, portanto, em uma proteína de alto valor biológico. Grão rico em minerais, como zinco, magnésio, potássio, manganês e ferro, vitaminas do complexo B, vitamina D e E, além de fibras e ômegas 3 e 6. Atua no combate a doenças cardiovasculares e câncer.
Oleaginosas e sementes: Nozes, castanhas, amêndoas, sementes de gergelim, girassol, abóbora etc. são excelentes fontes de proteínas, além de carboidratos, gorduras insaturadas, fibras e substâncias antioxidantes. Estudos revelam que o consumo de oleaginosas reduz o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Combate o envelhecimento e previne o surgimento de câncer.
Leguminosas (feijões em geral, ervilha seca, lentilha secas, grão de bico, favas, soja etc.): Ricas em proteínas, carboidratos e fibras, além de conterem baixo teor de gorduras saturadas. Se combinadas com cereais, formam fonte de proteína completa. As leguminosas são excelentes fontes de fitoquímicos, fibras solúveis, vitaminas do complexo B e minerais como ferro e potássio.
SALADA VERDE COM AMÊNDOAS
Ingredientes:

- 1 ½ xícara (chá) de brócolis, de preferência orgânico
- 1 xícara (chá) de rúcula, de preferência orgânica
- 1 rabanete , de preferência orgânico
- 2 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem
- 2 colheres (sopa) de amêndoas picadas

Preparo:

Higienizar o brócolis, a rúcula e o rabanete. Cozinhar o brócolis em água filtrada. Deixar esfriar. Cortar o brócolis e a rúcula em pedaços pequenos. Ralar o rabanete. Misturar todos os ingredientes em uma vasilha. Acrescentar as amêndoas e o azeite de oliva.

Rendimento: 2 porções
Valor calórico: 224 calorias por porção

Sunday, September 12, 2010

DESCUBRA O PODER DAS DIFERENTES FARINHAS
As farinhas são obtidas através da moagem de vegetais ou cereais. Possuem alto valor nutricional, pois conservam todos os nutrientes dos alimentos.

São opções práticas e fáceis de serem incluídas no cardápio. Basta adicioná-las na comida, caldo de feijão, sopas, molho de macarrão, em receitas de pães, bolos e biscoitos ou até mesmo em água.
Conheça as características de algumas das farinhas encontradas nas Casas Naturais.

Farinha de feijão branco - fonte de faseolamina, que inibe parcialmente a ação da amilase, enzima que digere carboidratos. Os carboidratos não digeridos não são absorvidos, sendo um coadjuvante no emagrecimento e auxilia no controle das taxas de açúcar no sangue em diabéticos.

A farinha de feijão branco não é usada em receitas. Usa-se 1 colher de café, adicionada a sucos ou água, antes das principais refeições.
Farinha de berinjela - boa fonte de fibras. Essas fibras aumentam a sensação de saciedade e por isso é um auxiliar no emagrecimento. Reduz o LDL colesterol, triglicérides e ácido úrico e melhora constipação intestinal.

Sugere-se o consumo de 2 colheres de sopa, no almoço e jantar.
Farinha de soja preta – a soja preta possui em sua casca uma substância chamada antocianina, um fitoquímico de ação antioxidante, importante para a prevenção contra câncer e envelhecimento precoce, além de proteger contra doenças cardiovasculares. Pode ajudar a prevenir o ganho de peso, controlar os índices de gordura e o nível de colesterol, além de ajudar a prevenir diabetes.

Podem ser consumidas 2 colheres de sopa, que podem ser divididas ao longo das refeições.
Farinha de banana verde – contém um tipo de carboidrato chamado amido resistente, que favorece o crescimento e a adesão de bactérias probióticas no intestino. Essas bactérias têm relação com maior produção intestinal de hormônios saciogênicos (que causam saciedade). Auxilia no controle do diabetes, redução do LDL colesterol e melhora o funcionamento intestinal. Por fortalecer a microbiota intestinal estimula o sistema imunológico.

O consumo de 2 colheres de sopa ao dia, no almoço e jantar, são suficientes para exercer efeitos benéficos à saúde.

Por serem excelentes fontes de fibras, estas farinhas, combatem à constipação intestinal, reduzem o colesterol total e LDL colesterol, previnem e controlam o diabetes, além de causar saciedade.
DORMIR BEM AJUDA NA PERDA DE PESO
Quando dormimos mal produzimos muito CORTISOL, um hormônio relacionado ao stress. O excesso de cortisol pode aumentar a vontade de comer principalmente pães, doces e massas, o que acaba com qualquer dieta.

Dicas para uma boa noite de sono...


- O quarto deve ter temperatura amena e estar ventilado; Deixe uma pequena fresta da janela aberta.

- O ambiente onde dormimos deve estar escuro, desligue os eletrônicos da tomada pois inclusive a luz standby deixa o quarto mais claro do que ele deve ser.

- Procure dormir em ambiente silencioso, evite rádios e televisão ligados.

- Evite ver televisão ou ficar trabalhando no computador no quarto ou na cama. Essas atividades nos despertam e dificultam o sono.

- Tome um banho morno, que melhora a circulação e ajuda a relaxar.

- Pingue algumas gotas de óleo essencial de lavanda num algodão e o coloque dentro da fronha. O óleo essencial de lavanda ajuda a relaxar e a dormir melhor.

- Tome uma xícara de chá de camomila, a camomila que tem ação calmante sobre o sistema nervoso central e induz o sono.

- Faça a sua última refeição pelo menos 1 hora antes de dormir. Opte por pratos leves e de fácil digestão.

- Faça uma atividade física regular. O exercício melhora a produção de serotonina que ajuda a relaxar e melhorar a qualidade do sono.

Wednesday, August 25, 2010

SUCHÁ DE CHÁ VERDE COM FRUTAS
Ingredientes:

1 xícara (chá) de água filtrada

1 maçã com casca

1 pera pequena com casca

1 colher (chá) da erva Camelia sinensis (chá verde)

1 colher (chá) de levedo de cerveja em pó

Mel  a gosto


Preparo:

Colocar a água para ferver. Assim que iniciar a fervura desligar o fogo e adicionar a erva Camelia sinensis. Tampar por 5 minutos e coar. Esperar esfriar. Cortar a maçã e a pêra em cubos. Em um liquidificador bater o chá verde já pronto com os demais ingredientes. Servir com cubos de gelo.
Rendimento: 1 porção Valor calórico: 128 Kcal
ALIMENTAÇÃO E TABAGISMO
O tabagismo é um vício com intensa disseminação e é considerado pela OMS a maior causa isolada e evitável de doenças e mortes no mundo, além de maior poluidor doméstico. O hábito de fumar não traz prejuízos somente para o fumante, mas para a família que acaba por inalar a fumaça. A fumaça possui uma mistura de cerca de sete mil elementos químico, sendo que alguns desses são comprovadamente cancerígenos.

O fumo acarreta sérias conseqüências no processo digestivo, já que ocasiona alterações na boca, nariz e na mucosa estomacal.
Os agentes químicos presentes no cigarro atuam como irritantes da mucosa bucal, ressecando-a e provocando aumento da camada de queratina. O fumo também promove alterações nas papilas gustativas, o que impede que o fumante sinta o real sabor dos alimentos. É prejudicial também para a mucosa olfativa, já que o efeito térmico do cigarro pode levar a lesões, alterando também o olfato. O tabagismo pode levar ao aparecimento de úlceras gástricas e duodenais.

O fumante normalmente modifica seus hábitos alimentares, em função da redução do olfato e do paladar, o que fazem consumir menos vegetais e frutas e aumentar o consumo de sal para realçar o sabor das preparações. Hábitos alimentares inadequados são comuns entre os tabagistas, exemplos são: consumo freqüente de café, bebidas alcoólicas, balas e gomas de mascar, na tentativa de eliminar o odor da fumaça.

Uma alimentação equilibrada é fundamental para o bom funcionamento do organismo. Alimentos que contém nutrientes antioxidantes e desintoxicantes exercem funções de grande importância e deve ser incluídos nos hábitos alimentares. Os antioxidantes protegem as células da ação danosa dos radicais livres, produzidos pelo fumo. Já os alimentos com
ação desintoxicante, favorecem a eliminação de toxinas, impedindo o seu acúmulo no organismo.

O que incluir na alimentação?


Licopeno, pois esta substância além de combater o envelhecimento das células, estimula o sistema de defesa do organismo. Fontes são: tomate, melancia e goiaba.

Sulfarofanos substâncias capazes de promover a eliminação de substâncias tóxicas do organismo. Podem ser obtidos através do consumo de vegetais crucíferos, como brócolis, couve-flor e repolho.

Aloe Vera rica em fibras, vitaminas e minerais antioxidantes. Fonte ainda de aminoácidos e enzimas importantes para o metabolismo. Tem importante papel na saúde digestiva e no processo de desintoxicação.

Resveratrol antioxidante fenólico que atua no combate aos radicais livres. Está presente nas uvas vermelhas, suco de uva e vinho tinto.

Epicatequinas
, presentes no chocolate amargo (com 70% de cacau), apresentam ação antioxidante.

Vitamina C presente nas frutas cítricas como laranja, acerola, limão e tangerina, que também apresentam ação antioxidante.

Flavonóides de ação antioxidante presentes nos chás verde e branco obtidos da planta Camelia sinensis.
Vitaminas do complexo B, presentes nos cereais integrais e os minerais zinco e magnésio encontrados na semente de abóbora, castanha de caju, nozes e pistache também auxiliam na proteção das células contra os radicais livres.

Alho fornece antioxidantes como a aliina e alicina. Deve ser consumido cru na forma de tempero, por exemplo.

Óleo de coco de excelente ação antioxidante, pode ser utilizado em sucos e saladas.

Cúrcuma utilizada como tempero de pratos já prontos, é fonte de curcumina um potente antioxidante.

Monday, August 23, 2010

GELÉIA REAL,O ALIMENTO POR EXCELÊNCIA DA RAINHA
Os produtos apícolas - mel, própolis e geleia real - têm sido utilizados pelo homem desde a antiguidade.

A geleia real é um produto natural, produzido pelas abelhas jovens para alimentar a rainha. Vale ressaltar que as abelhas rainhas não nascem rainhas se tornam rainhas. O que as faz se desenvolver e viver mais é a qualidade do alimento que consomem, ou seja, a geleia real.

Usada como complemento alimentar é fonte de proteínas, gorduras boas, vitaminas e minerais antioxidantes. Seu consumo é sugerido para manter a saúde e melhorar o funcionamento do organismo.

Por causa dos antioxidantes é que a geleia real está relacionada ao retardo no envelhecimento, beleza e rejuvenescimento da pele.

Em testes com animais a geleia real reduziu os níveis plasmáticos de colesterol e triglicérides e apresentou ação antiinflamatória.

Relatos de consumidores de geleia real apontam entre seus benefícios menor cansaço físico e mental, melhora no apetite e fortalecimento do sistema imunológico.

Em duas versões...

A geleia real pode ser encontrada in natura e também liofilizada em cápsulas.

A versão in natura deve ser guardada em geladeira e a sugestão de consumo é de 1 a 3g ao dia em jejum.

Já a versão liofilizada em cápsulas dispensa a refrigeração e deve ser usada segundo recomendação do fabricante, normalmente 3 cápsulas ao dia.

A geleia real pode ser também adicionada ao mel e esse mel misturado em sucos, tapiocas e torradas.
PROTEÍNAS,OS ALICERCES DA CONSTRUÇÃO MUSCULAR
Conhecidas como nutrientes nobres, as proteínas são de fundamental importância para o crescimento muscular.
As proteínas são formadas pela união de vários aminoácidos, conectados entre si através de ligações chamadas peptídicas. Quando consumimos um alimento rico em proteínas, estas sofrem a ação de enzimas proteolíticas no estômago e no intestino. Com isso, são “quebradas” até se transformarem em aminoácidos – forma como as proteínas são absorvidas pelo nosso organismo.

A partir daí, esses aminoácidos circulam pela corrente sangüínea e vão exercer várias funções em nosso corpo. O equilíbrio entre a síntese (produção) de proteína muscular e a proteólise (quebra protéica) depende do consumo de proteínas e do perfil de aminoácidos no sangue.

O maior estímulo para o ganho de massa magra, também chamada de massa muscular, é o treinamento de força. Porém, o crescimento muscular é decorrente também do pool de aminoácidos no plasma, isto é, da concentração de aminoácidos no sangue. Quando em concentrações adequadas, os aminoácidos promovem o crescimento muscular e a reparação das células e tecidos lesionados durante a atividade física. Portanto, em associação com a prática regular e orientada de musculação, as proteínas promovem a hipertrofia.

Outra importante função das proteínas que merece destaque para os desportistas, é a contribuição para a produção de anticorpos (células de defesa do organismo), fortalecendo o sistema imunológico e aumentando a capacidade de combater infecções.

Abaixo, trago a vocês o esclarecimento de algumas das principais dúvidas a respeito desse assunto:
Quem apresenta maior percentual de massa magra tem mais apetite?
A massa muscular é um tecido metabolicamente mais ativo que os demais. Em outras palavras, o tecido muscular necessita de muita energia para ser mantido, explicando o fato de praticantes de exercícios resistidos com peso, como a musculação, e que não desejam perder peso, apresentam apetite elevado e necessidades calóricas e protéicas aumentadas.


Qual a diferença entre proteína de origem animal e proteína de origem vegetal?

As proteínas de origem animal contêm aminoácidos essenciais, que são aqueles que o organismo não produz e devem ser consumidos através da alimentação. Portanto, carnes, ovos, leite e derivados são considerados proteínas completas.

Já nas fontes de proteína vegetal faltam alguns aminoácidos essenciais sendo, portanto, fontes incompletas de proteína. Para corrigir esse déficit protéico dos alimentos de origem vegetal, pode ser feita uma associação entre eles a fim de formar uma proteína completa: arroz com feijão, pão torrado com sopa de ervilha, milho com feijão, pão integral com creme de amendoim, tofu com sementes de gergelim, arroz com soja.

O consumo de proteínas em excesso é prejudicial?

Se você é daqueles que pensa estar se beneficiando com o consumo elevado de proteína, fique atento! O excesso de proteínas não constrói músculos volumosos, podendo ocasionar prejuízos renais, aumento do percentual de gordura corporal e até mesmo queda no rendimento.

Um estudo publicado no
Medicine and Science in Sports and Exercise avaliou ciclistas do sexo feminino que foram submetidas a dietas hiperprotéicas. O excesso de proteína aumentou a sensação de cansaço e dores nas pernas, reduzindo também a força.

A título de curiosidade, o percentual de proteínas de nossa alimentação deve ser o menor de todos os macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídios/gorduras). Portanto, o consumo de lipídios deve ser superior ao de proteínas e o consumo de carboidratos deve ser superior a estes dois últimos. Com isso, temos que as proteínas são sim muito importantes para a hipertrofia, mas elas devem estar presentes na menor porcentagem em relação aos demais nutrientes, demonstrando que o seu consumo em excesso não traz benefícios.

Se o seu treino é intenso, a sua necessidade protéica pode ser maior que a de um indivíduo sedentário. Para a maioria dos desportistas a necessidade protéica pode ser atingida através de uma dieta equilibrada e balanceada. Entretanto, alguns atletas não conseguem atender às recomendações diárias de proteína através da alimentação, podendo ser beneficiados com a utilização de suplementos alimentares a base de proteínas e aminoácidos.

Um exemplo prático de suplemento hiperprotéico que pode ser citado é o
whey protein, formado a partir das proteínas solúveis do soro do leite. É de alta digestibilidade e fácil absorção, principalmente se for sob a forma 100% hidrolisada. Além disso, a presença, principalmente, do aminoácido essencial leucina confere ao whey protein seu efeito anticatabólico, inibidor da proteólise e estimulador da síntese protéica.

Devo consumir proteínas antes do treino?

O consumo de proteínas antes do treino deve ser reduzido, já que nesse momento o organismo precisa armazenar glicogênio muscular e hepático para que nossas células sejam capazes de gerar trabalho durante a atividade física.

Portanto, ledo engano se você consome suplementos protéicos ou refeições hiperprotéicas antes de seu treino. Quando consumidas pré-treino, as proteínas são utilizadas como fonte de energia durante a atividade física, trabalho esse que é muito bem desempenhado pelos carboidratos. Portanto, por ser considerado um nutriente nobre que exerce várias funções importantes, principalmente crescimento do tecido muscular, o consumo de proteínas e de suplementos protéicos deve ser maior após a prática de atividade física. Esse consumo deve ocorrer no máximo até 45 minutos após o treino de musculação, já que neste momento a síntese protéica encontra-se elevada. Não se esqueça também da importância de ingerir carboidratos!

O consumo adequado de proteínas, bem como sua ingestão no período correto trazem benefícios para exercícios de endurance, atividades anaeróbicas e exercícios de força. Portanto, se o seu objetivo é aumentar massa muscular, alimente-se a cada 3 horas e consuma quantidades adequadas de carboidratos, proteínas, vitaminas e minerais. Para tal, o acompanhamento individualizado com um nutricionista é fundamental, até mesmo para verificar a real necessidade de suplementação para o seu caso.
Além de proporcionar uma melhor qualidade de vida, a manutenção e o incremento de massa muscular aceleram o metabolismo!

Alimentos fontes de proteína que podem ser encontrados na CASA NATURAL DA LAGOA:

-
Proteínas de origem vegetal

- quinua (grãos e flocos) - amaranto (grãos e flocos) - soja - arroz integral - feijão azuki - tofu - semente de gergelim
- Suplementos alimentares
-  albumina - - barras de proteínas - proteína isolada de soja

Saturday, August 07, 2010

SAÚDE DO HOMEM
Os homens também precisam de cuidados especiais com a saúde. Confira as dicas do Blog.

Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os homens vivem em média 7 anos menos que as mulheres.
Entre as doenças que mais acometem os homens está a obesidade que acarreta outros problemas de saúde mais graves, como o infarto, a diabetes e a hipertensão que podem levar à morte.

Alguns alimentos devem ser incluídos no cardápio do homem a fim de prevenir doenças, além de melhorar a performance física e mental, retardar o envelhecimento, auxiliar na perda de peso, entre outros. São eles:
LINHAÇA: (semente, óleo ou cápsulas): fonte de ômega 3, ácido graxo essencial que auxilia na prevenção e controle de doenças cardiovasculares, aterosclerose e hipertensão. Se utilizada na forma de semente, contém grande quantidade de fibras, a que diminuem a absorção de colesterol pelo organismo.
LICOPENO: é a substância antioxidante responsável pela coloração avermelhada do tomate, melancia e pimentão. O licopeno combate os radicais livres, prevenindo contra câncer de próstata, pulmão e estômago e contra o envelhecimento das células, além de estimular o sistema imunológico.

CÁPSULAS DE ÓLEO DE ALHO: o alho é fonte de aliina e alicina, substâncias que aumentam a elasticidade dos vasos, favorecendo a circulação e baixando a pressão arterial.

SUCO DE UVA INTEGRAL/VINHO TINTO ORGÂNICO: fontes de polifenóis, flavonóides, quercetina, resveratrol e antocianinas, poderosos antioxidantes, que varrem os radicais livres e relaxam os vasos. Controlam a pressão arterial e o colesterol e previnem contra câncer.
SOJA PRETA: a soja preta possui em sua casca uma substância antioxidante denominada antocianina, relacionada com seu efeito antiobesidade. A antocianina neutraliza a ação dos radicais livres, prevenindo contra o câncer e envelhecimento precoce. Possui ação benéfica no controle das taxas de colesterol, na prevenção de doenças cardíacas.

FARINHA DE BANANA VERDE: contém o amido resistente, que fortalece e aumenta o número de bactérias benéficas do intestino, favorecendo um bom funcionamento intestinal. Dificulta a absorção das gorduras e glicose, controlando colesterol e diabetes.
LECITINA DE SOJA: evita a formação de ateromas (placas de gordura) nas artérias, prevenindo contra infartos, derrames.

Bons hábitos alimentares associados à prática regular de atividade física são uma estratégia fundamental para a redução do risco de doenças crônicas, se forem adotados ao longo dos anos.
ARROZ COLORIDO
Ingredientes:

1 xícara (chá) de arroz integral cateto orgânico

3 colheres (sobremesa) de semente de linhaça

6 ramos de brócolis

6 unidades de tomate cereja orgânico cortados ao meio

1 pimentão amarelo, pequeno, picado

½ colher (sopa) de óleo de coco

1 cebola pequena

Alho à gosto

Sal marinho à gosto

3 copos de água quente

1 colher (chá) de cúrcuma (açafrão)


Preparo:

Em uma panela, refogar a cebola e o alho com sal marinho no óleo de coco. Adicionar o arroz integral e misturar. Colocar a água e deixar cozinhar até que fique al dente. Cozinhar o brócolis no vapor até que fique al dente. Adicionar o brócolis, os tomates cereja, o pimentão amarelo e as sementes de linhaça ao arroz e mexer. Manter em fogo baixo por alguns minutos. Apagar o fogo e acrescentar a cúrcuma. Servir.
Rendimento: 6 porções

Valor calórico aproximado: 129,11 Kcal por porção

Wednesday, July 28, 2010

PREVENÇÃO DA OSTEOPOROSE
A osteoporose é uma doença caracterizada pela diminuição da quantidade de massa óssea, deixando os ossos com aparência e textura porosa e por isso mais frágeis e quebradiços. A doença é mais comum em mulheres na pós-menopausa e progride lentamente. Raramente apresenta sintomas antes que aconteça algo de maior gravidade como uma fratura. Através de medidas preventivas, sua evolução pode ser retardada.

A alimentação exerce papel fundamental na prevenção contra a osteoporose. Porém, de nada adianta escolher bem os alimentos que farão parte de nossa dieta se nosso intestino não estiver saudável e pronto para absorver os nutrientes desses alimentos.

A falta de ácido clorídrico favorece a deficiência em alguns nutrientes que dependem de meio ácido para serem absorvidos como ferro, zinco, magnésio e cálcio. Daí o processo digestivo inadequado ter relação com doenças como à osteoporose.

Cuida da digestão e previna-se da osteoporose:


- Fracione a dieta. Faça de 5 a 6 refeições ao dia, menos volumosas. A ingestão de grande quantidade de comida em uma única refeição prejudica o processo de digestão.

- Evite o consumo de líquidos durante as refeições, o consumo de líquidos dilui o ácido do estômago comprometendo o processo digestivo.

- Mastigue bem os alimentos. O processo de digestão começa pela mastigação.

- Evite o uso de medicamentos antiácidos. Esses medicamentos associados ao estresse são causadores da falta de ácido no estômago e por isso comprometem a digestão.

- Tome uma xícara de chá de hortelã 20 minutos antes das refeições. A hortelã estimula a produção de ácido clorídrico. Diluir uma colher de vinagre de maçã ou de suco de limão em 50ml de água e ingerir antes das refeições ajuda a aumentar a acidez gástrica.

Também exclua alimentos refinados, refrigerantes e adoçantes, que são substâncias acidificantes do sangue e favorecem a descalcificação óssea.Aumente o consumo de alimentos fontes de cálcio como o gergelim, folhas verdes escuras como a couve e o brócolis e a quinua.

O uso de alguns suplementos pode ser recomendado como a dolomita, uma rocha rica em cálcio e magnésio e a alga lithotanium calcarium, boa fonte de cálcio, fósforo e magnésio, minerais importantes para a saúde óssea.

A vitamina D, presente no óleo de fígado de bacalhau, associada ao cálcio, fósforo e magnésio também favorece a manutenção da saúde óssea.

Cuidando da digestão, da alimentação e com prática regular de exercício físico é mais fácil a prevenção e controle da osteoporose.